Sábado, 27 de Julho de 2013

mafaldaholic, that's me!

Finalmente, por mares nunca dantes navegados, depois de muito sangue, suor e lágrimas, consegui comprar "Toda a Mafalda".

Não consigo pensar em melhor leitura para as férias!

publicado por daily às 18:09

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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012

a leitura {preferida?} de 2012

Vi o desafio e fiquei a pensar... e conclui que, 2012 não foi um ano de ler. Andei desconcentrada.

Comecei vários livros mas fartei-me de todos eles quando ia a meio.

Assim do principio até a fim só li um livro.

Ponto contra: só tinha 130 páginas.

Ponto a favor: está escrito em inglês {e eu gosto de ler em inglês}.

 

 

Comprei-o porque me identifiquei de imediato com o título, pois ultimamente ando demente {esqueço-me de tudo, troco os nomes das pessoas e também de objectos e tive que arranjar um bloco de notas para escrever tudo aquilo que não me posso dar ao luxo de esquecer}.

Leitura divertida e casual. Se procuram um livro profundo, para chorar e cortar os pulsos, não é este.

Mas tem muito humor. E, nos dias que correm, é bom poder rir.

 

Overview

Nora Ephron returns with her first book since the astounding success of I Feel Bad About My Neck, taking a hilarious look at the past, the present, and the future, bemoaning the vicissitudes of modern life, and recalling with her signature clarity and wisdom everything she hasn’t (yet) forgotten.

Filled with insights and observations that instantly ring true—and could have come only from Nora Ephron—I Remember Nothing is pure joy.

 

Excerto

I Remember Nothing


I have been forgetting things for years—at least since I was in my thirties. I know this because I wrote something about it at the time. I have proof. Of course, I can't remember exactly where I wrote about it, or when, but I could probably hunt it up if I had to.
In my early days of forgetting things, words would slip away, and names. I did what you normally do when this happens: I scrolled through a mental dictionary, trying to figure out what letter the word began with, and how many syllables were involved. Eventually the lost thing would float back into my head, recaptured. I never took such lapses as harbingers of doom, or old age, or actual senescence. I always knew that whatever I'd forgotten was eventually going to come back to me sooner or later. Once I went to a store to buy a book about Alzheimer's disease and forgot the name of it. I thought it was funny. And it was, at the time.


Here's a thing I've never been able to remember: the title of that movie with Jeremy Irons. The one about Claus von Bülow. You know the one. All I ever succeeded in remembering was that it was three words long, and the middle word was "of." For many years, this did not bother me at all, because no one I knew could ever think of the title either. One night, eight of us were at the theater together, and not one of us could retrieve it. Finally, at intermission, someone went out to the street and Googled it; we were all informed of the title and we all vowed to remember it forever. For all I know, the other seven did. I, on the other hand, am back to remembering that it's three words long with an "of" in the middle.
By the way, when we finally learned the title that night, we all agreed it was a bad title. No wonder we didn't remember it.
I am going to Google for the name of that movie. Be right back. . . .

publicado por daily às 20:06

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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

formigas e outros bichos tais

Já não sei se foi com Machado de Assis, se com Agustina Bessa-Luís que aprendi a riscar livros. Ler com um lápis de carvão na mão, com o poder de sublinhar, escrever apontamentos nas margens e fazer círculos à volta de palavras, revelou-se imprescindível. É um reescrever de cada página. Não apenas consumir palavras, mas pensar nelas, senti-las.

 

Sublinhado de hoje (com o traço bem carregado e muitos pontos de exclamação nas margens):

" (...) É isso que assegura a sobrevivência do sistema e permite que sejamos capazes de fazer a substituição dos que envelhecem ou vão ficando pelo caminho. Eu não sei se já te contei que, num formigueiro, oito em cada dez formigas não fazem nada, só atrapalham, mas a sobrevivência do formigueiro é assegurada pela reserva daqueles oitenta por cento de desperdício das formigas ociosas. Se todas tivessem uma função, tu pisavas um formigueiro e ele ficava incapaz de se recompor. Tu não vês  que é mais ou menos o que está a suceder a esta engrenagem onde vocês estão metidos? (...)"

 

O Riso de Deus, António Alçada Baptista

 

 

sinto-me: a sublinhar.
música: The Cinematic Orchestra - Breathe
publicado por daily às 15:36

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

marcadores de tempo

Os acontecimentos nas nossas vidas, bons ou maus, funcionam como os marcadores dos livros. Colocamo-los ali, para não nos esquecermos da página, para podermos retomar a história. Tal como na vida.

E, quando penso nisso, penso também que, o meu perfil de leitora é um espelho de como sou. Tenho 5 livros espalhados pela casa, todos a meio e nenhum terminado. Porque ler o livro é mais emocionante do que chegar ao fim da história. Ir vivendo é também mais emocionante que ter todos os problemas solucionados.

Hoje comprei mais um livro. Hoje deverá surgir-me mais um obstáculo.

publicado por daily às 15:35

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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

Os Budas são mesmo ditosos

Gosto de sexo. Muito. Não com qualquer companheiro. Não de qualquer maneira. Mas quando é muito bom, gosto muito.

 

Acabei de ler "A casa dos budas ditosos". E tal como, no seu género, a "Profecia Celestina" mexeu com os meus botões há uns tempos atrás, este livro era mesmo aquilo que eu estava a precisar. Mais sexo e menos amor.  Aconselho!

 

publicado por daily às 12:41

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